2019 começou… ou não?

O que os indicadores nos mostram do cenário macroeconômico, neste início – efetivo – de ano, e o que entendemos que deve ser levado em consideração na hora de regular a velocidade de investimentos.
Imagem retirada da internet

Acredite ou não, escrever uma análise do ambiente externo tende a ser, ao mesmo tempo, o capítulo mais difícil de ser escrito em um planejamento, e ao mesmo tempo o mais fácil de abandonar ao longo da implementação do mesmo, principalmente quando estamos falando de Brasil. E isso é um contexto histórico, que em 2019 não poderia ser diferente.

A mudança do direcionamento econômico e dos princípios conceituais de gestão da nova presidência da república estão tão radicalmente opostos aos governos anteriores recentes, que fica difícil prever os impactos futuros em um momento onde – ainda – não há real materialidade sobre o que é pauta efetiva de trabalho, e o que é apenas desejo da nova liderança política para ser executado como concretude das propostas da campanha eleitoral.

No momento em que escrevemos estas linhas, ainda estamos no período em que tudo é especulação sobre o que virá pela frente pois não há, efetivamente, ação do novo governo nas principais linhas econômicas, ainda estamos na fase de propostas e negociações.

O que minimiza esta dificuldade de contexto, é saber que há tantas variáveis a se considerar em uma análise sócio econômica que, na prática, é impossível monitorar todas elas ou agrupá-las de forma homogênea para criar um cenário único, de consenso, conformidade e precisão comprovada. Fato que sempre alivia o peso da responsabilidade, ajuda a justificar os erros recorrentes nas previsões e ameniza o impacto desses erros sobre a imagem dos economistas e analistas de mercado. Algo muito parecido com o que acontece com os meteorologistas.

Contudo, apesar do critério de imprevisibilidade natural das projeções econômicas e de mercado em função do amplo volume de variáveis, sendo este agravado pelo aspecto temporal em que estamos, ainda assim, entendemos que é muito relevante tentar realizar esses indicadores de direção macroeconômica e discuti-los, porque tais projeções são importantes para auxiliar no pensamento sobre as variáveis mais importantes para determinar o resultado de qualquer direção a ser seguida. 

Quando se considera o cenário como um todo, consegue-se refletir sobre os diferentes caminhos que podem vir pela frente, com base nas melhores informações disponíveis até o momento. Assim, fica mais fácil adaptar os cenários conforme os novos acontecimentos vão se desenrolando, e consequentemente, os erros vão sendo minimizados, pois os desvios padrões – aqueles caminhos imaginários totalmente desconexos das possíveis dimensões de realidade – são refutados no início da jornada.

Pois bem, feita esta pequena introdução para já amenizar a nossa imagem em função de – no futuro – a coisa não sair como ponderamos aqui, vamos a defesa da mais importante questão deste texto: O que esperar do mercado e economia em 2019?

De forma clara e direta, hoje, nossa perspectiva de futuro indica um crescimento econômico do pais para os próximos 02 anos, sendo 2019 o momento de preparar o terreno para aproveitar este período de crescimento da melhor maneira possível. Ou seja, está sim na hora de tirar os planos do papel.

Mas para responder essa questão com profundidade, e ponderar o quanto esse direcionamento para novos investimento deve ser medido, é importante voltar ao início de 2018, quando a maioria dos economistas esperava um crescimento do ano que passou próximo a 3% ou até maior, no caso dos mais otimistas. 

A base desta expectativa de crescimento calcava-se nas rupturas do governo Temer em relação ao governo Dilma, tendo como pilares uma política monetária expansionista, somada a uma mudança no índice de confiança do empresariado capaz de alterar sensivelmente a perspectiva negativa do PIB. Somando-se a isso, havia ainda as perspectivas de realização das reformas fiscais, pois a realização dessas reformas traria impactos na redução da incerteza, do prêmio de risco e na melhoria das condições financeiras (apreciação cambial e queda de juro longo, por exemplo).

Este cenário te lembra alguma coisa? Talvez uma semelhança com o momento que estamos vivendo hoje, quem sabe?

Pense nisso?

Hoje, analisando os indicadores do Boletim Focus para 2018 (publicação de 31/12/2018), a realidade é que o crescimento do PIB para o ano passado não passou dos 1,30%. Um resultado muito aquém do projetado em janeiro do mesmo ano, que era 3% mas que – incrivelmente – não mais gera frustração do mercado (neste exato momento) justamente porque ainda estamos vivendo a onda de empolgação pós-eleição, sonhando que as promessas verbalizadas por Paulo Guedes em cada declaração se tornem realidade.

Manchete do G1 – Economia em 27 de fevereiro de 2019 – link na imagem

Não é a toa que – semanalmente – desde a virada do ano a projeção do PIB para 2019 cresce, estando – neste momento – oscilando entre 2,50% e 2,48%, conforme tabela retirada do Boletim Focus publicado no dia 22 de fevereiro de 2019.

Para ilustrar como ainda é cedo para saber até onde a promessa pode virar realidade, voltemos a analisar 2018, tentando entender o que deu errado ano passado que fez com que um crescimento de sonhos (3% de PIB, algo fantástico se comparado com o resultado econômico de 2015, 2016 e 2017) virasse uma quase estagnação.

O que ocorreu em 2018 foi uma soma não exaustiva de fatores que ajudou a segurar a economia brasileira. Alguns exemplos: (i) elevado nível de incerteza – tanto pela piora das perspectivas de realização das reformas fiscais, como pelo cenário eleitoral, que permaneceu indecifrável por muito tempo, (ii) a permanência do juro futuro em patamar elevado, mesmo com a Selic em seus níveis históricos mínimos, (iii) a lentidão na queda dos spreads bancários e (iv) a letargia do setor de construção.

Além disso, o cenário global piorou, colocando forte pressão em moedas de países emergentes, como nos casos da Argentina (abril) e Turquia (agosto). O Brasil não sofreu tanto quanto estes países, mas também observou uma desvalorização significativa na sua moeda.

Por fim, a greve dos caminhoneiros, ocorrida no fim de maio, colocou a pá de cal no crescimento do ano, não só afetando a atividade econômica daquele período específico, como contribuindo para manter elevada a incerteza dos agentes.

Brazilian truck drivers blocked the BR-116 highway with their trucks during a strike in Curitiba, Brazil May 21, 2018. The banner reads: “Strike! Without truck, Brazil stop, we can not continue. Brazil will stop, total stoppage, support us!”. REUTERS/Rodolfo Buhrer

O antes e o agora.

Olhando agora para o ano de 2018 e analisando tudo o que ocorreu e que resultou no enfraquecimento da economia, fica evidente que existem muitos aspectos que podem interferir nos planos de crescimento do Brasil, e que passam longe dos domínios da equipe econômica.

Uma prova disso, está no fato de que em 2018 o índice de geração de empregos foi positivo, mas mesmo assim, o impacto disso na economia foi muito tímido. A taxa de desemprego, que em outubro era de 11,7%, recuou para 11,6% em dezembro de 2018, número que há um ano era de 12%. Foi a oitava queda mensal seguida do desemprego no País.

Mesmo assim, em praticamente nada isso contribuiu para o crescimento econômico do país no ano passado.

Tal análise é relevante, pois a geração de empregos é um dos indicadores mais fortes em um contexto macroeconômico, uma vez que amplia a renda média da família, estimula o consumo e a circulação de moeda, e é diretamente associado ao aumento / melhora do índice de confiança. Mas pelo visto, mesmo positivo, no fim das contas, contribuiu pouco para alavancar economicamente o país. E para ligar isso ao que está – ou não – sobre controle das vontades do governo, basta lembrar que a reforma trabalhista foi priorizada pelo governo Temer em função de perceber que não iria conseguir aprovar a reforma da previdência. Optando pela reforma trabalhista – na visão do então governo – utilizaria este indicador (o aumento do volume de empregos) como vertente de alavancagem econômica.

Mas o crescimento esperado não ocorreu, possivelmente, porque o buraco onde entramos na crise de 2015 / 2016  – e de onde ainda precisamos sair – é muito fundo e difícil de escalar em muitos aspectos.

Para entender realmente onde estamos precisamos de uma análise dos indicadores atuais da economia de uma forma muito mais fria se quisermos construir visões mais realistas do futuro do que aquelas das manchetes de jornais atuais. Alguns exemplos do que estamos falando são:

  • Embora o indicador de desemprego em queda esteja sendo atrelado a reforma trabalhista do governo Temer, os números do IBGE mostram que 1,1 milhão dos novos empregos gerados em 2018, 528 mil começaram a trabalhar por conta própria e 498 mil foram empregados no setor privado sem carteira de trabalho. Ou seja, na prática, o  desemprego está sendo substituído, ao longo de 2018, por vagas informais, o que naturalmente são modelos de emprego que geram pouca segurança para propensão ao consumo. Não bastasse, mesmo em queda, ainda são 12 milhões de desempregados no início de 2019;
  • Segundo pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) o percentual de famílias que relataram ter dívidas ativas – apesar de diminuir pelo segundo mês consecutivo em dezembro de 2018, e estar em um patamar inferior ante o consolidado de 2017 – ainda é considerado bem alto para gerar impactos positivos na economia. Em dezembro de 2018 o volume de famílias com dívidas ativas alcançou 59,8% o que representa uma diminuição pequena em relação aos 60,3% observados em novembro e um pouco maior em relação a dezembro de 2017, quando o indicador alcançou 62,2% do total das famílias; É preciso ter em mente que o alto índice de endividamento das famílias reduz o acesso de grande parte da população ao crédito, e consequentemente ao consumo;
  • O Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (Nuci), divulgado pela FGV em 15 de janeiro de 2019, teve uma queda considerável, de 0,9% em dezembro de 2018, atingindo o patamar de 74,3%. Esse é o pior resultado desde setembro de 2017, quando o índice estava em 74,1% – O impacto disso é claro, para cada R$ 1,00 gerado na indústria, são acrescentados R$ 2,32 na economia, a ociosidade, portanto, gera retração econômica;
  • Mesmo com as manchetes de bolsa batendo recorde, e PIB sendo projetado como cada vez maior alguns outros indicadores se mantém estáveis ou caminhando em sentido contrário aos patamares de euforia, como por exemplo:
    • Dólar – Se mantendo em 2019 na casa dos R$ 3,80 – mesmo patamar de 2018, é alto para alavancar o consumo interno baseado no alívio dos gastos ao consumidor, pelos custos de produtos manufaturados e matérias primas atreladas a moeda americana.
    • Selic – A projeção mais aceita é de subida da taxa para 7,5% em 2019 ante patamar final de 2018 (em 6,5%);
    • Inflação – Voltando para a meta de 4,07% em 2019 ante ter ficado abaixo do teto da meta em 2018 (3,71%);

É claro que no intervalo de poucos anos, com um governo realmente comprometido em recuperar economicamente o país e interessado em fazê-lo escalar indicadores positivos, todo e qualquer fator socioeconômico que possa atrasar o alcance de resultados pode ser facilmente superado. Mas o ponto que queremos destacar aqui, é que isso não depende apenas da vontade dos líderes em fazê-lo, como sugere o momento de euforia e positivismo do mercado financeiro.

Como, muitos indicadores econômicos mostram, o caminho a ser percorrido não é tão simples assim. As inúmeras variáveis existentes – e as que ainda estão por vir – pedem uma certa cautela para pisar no acelerador neste início de ano. Não que acelerar não seja preciso… entendemos que é sim, que é o momento de engatar uma marcha mais alta em investimentos e ser um pouco mais agressivo nas estratégias para alcançar patamares diferenciados de mercado e crescimento, mas com um olhar muito claro na estrada a frente e no retrovisor, para que qualquer obstáculo no caminho possa ser facilmente superado por ser identificado antecipadamente. A questão é que ainda não há – concretamente – um cenário de “pista livre”, inclusive porque o mercado precisa recuperar os patamares de antes da crise em muitos aspectos socioeconômicos,  para então, podermos falarmos em real crescimento sustentável.

E o que poderia dar errado? 

Aqui se coloca dois fatores fundamentais: (i) incertezas quanto ao ajuste fiscal e (ii) ambiente internacional.

O Brasil vive uma situação fiscal dramática. A aceleração da dívida bruta e a dificuldade da obtenção de resultados primários positivos são fatos amplamente conhecidos. Mais recentemente, vem se destacando a situação dos Estados e suas dívidas com a união versus comprometimento de caixa com gastos estruturais, que deverá exigir nova ajuda da União na renegociação da dívida. Sabe-se que, sem a reforma da previdência, os déficits orçamentários dificilmente serão revertidos em todas as esferas, mantendo a dívida bruta em direção aos 100% do PIB.

Este fator, portanto, é um dos que pode travar a economia brasileira. Sem as reformas fiscais, dificilmente conseguiremos manter as taxas de risco e câmbio em patamares razoáveis, o que poderá impedir que a política monetária contribua para auxiliar a recuperação da economia.

Nas declarações da atual equipe econômica e nas parcas ações realizadas até aqui, tudo indica que enxugar a máquina e realizar tudo o que for possível para o ajuste fiscal será pretendido, mas até que ponto isso será realmente feito? Esta é a  incógnita que acompanhou o início de 2018 e que também acompanha o início de 2019, mudou os agentes, mas não as perspectivas… falta as realizações.

O segundo fator diz respeito ao setor externo. Há mudanças em curso na economia global: desaceleração do crescimento, elevação dos juros nos Estados Unidos, guerra comercial entre alguns players importantes e o sempre presente risco de desaceleração chinesa.

Embora a sinalização do novo governo já seja de se aproximar de países mais desenvolvidos economicamente (em total diferença dos governos do PT), as articulações não são garantias econômicas claras. Enquanto escrevo estas palavras, a China declara interesse em equilibrar a balança comercial com os EUA como forma de melhorar a relação com este importante parceiro comercial, em resposta direta a um crescimento de “apenas” 6,6% de seu PIB em 2018. Baixa de crescimento esta, diretamente atrelada a guerra comercial EUA x China e que pode trazer impactos desastrosos para o Brasil.

A postura da China em ceder a pressão norte americana pode ter um impacto desastroso na economia brasileira, pela substituição do fornecimento de produtos que a China compra do Brasil hoje, por fornecedores americanos, como por exemplo a soja, um dos carros chefe do principal setor da economia brasileira, o agronegócio, que é quem vem segurando a economia até aqui.

Reforçando…

O que queremos mostrar com todos os argumentos apresentados, é que o cenário de crescimento projetado para o Brasil nos próximos dois anos, na nossa ótica, ainda é resultado de um otimismo com poucos fatores concretos de sustentação.

Obviamente, a mudança nos índices de confiança por si só já representam um primeiro passo importante e capaz de iniciar o movimento positivo da economia, mas ele – por si só – não sustenta um movimento de crescimento de médio e longo prazo, é preciso fazer o dever de casa e deixar tudo pronto para a alavancagem econômica que certamente virá, mas aguardar as primeiras ações do novo governo para regular a velocidade das ações de alavancagem de acordo com a velocidade dos resultados dessas ações governamentais, para não correr o risco de “derrapar em uma curva não prevista na estrada.”

Sustentamos esta postura porque, mesmo que as ações do governo sejam capazes de promover o crescimento em na escala que todos estamos sonhando, é preciso lembrar que estamos partindo de um patamar muito mais baixo sobre a ótica de situação socioeconômica, por isso, mesmo que seja acelerado, ainda há um período de retomada antes do real crescimento. 

A prova destes pontos podem ser percebidas em dois acontecimentos de início de 2019. Em primeiro lugar, na recente publicação por parte a CNC de sua pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), que em janeiro de 2019 cresceu significativos 5,1% ante o patamar de dezembro de 2018, alcançando 95,9 pontos em uma escala de 200 pontos totais.

Apesar do resultado positivo de crescimento de 14,7% no intervalo de 12 meses, um patamar abaixo de 100 pontos ainda indica insatisfação e baixa propensão real de consumo de bens duráveis ou de consumo de serviços de empenho de longo prazo (gastos recorrentes).

Em dezembro de 2018 a Confederação Nacional de Dirigentes e Lojistas e o SPC – Serviço de proteção ao Crédito publicou sua análise de índice de confiança anual dos consumidores brasileiros que cresceu 12% em 2018.

Entretanto, quando avaliado o cenário econômico atual e da própria vida financeira dos consumidores, sete em cada dez brasileiros (72%) enxergam o momento da economia de forma negativa. As principais razões apontadas são desemprego elevado (63%), aumento dos preços (59%), alta na taxa de juros (38%), desvalorização do real frente ao dólar (25%) e menor poder de compra do consumidor (22%). 

Estaria a sociedade “escaldada” com as experiências recentes? Muito provavelmente, sim!

Outro ponto  – já mencionado anteriormente – mas que ilustra bem o quanto o planejado pode não sair como previsto, é o movimento de muitos estados que no período de campanha eleitoral tiveram seus candidatos a governador em alinhamento com Jair Bolsonaro e em função disso se beneficiaram deste alinhamento para ganhar as eleições, mas que agora começam a mostrar que vão precisar lidar com uma ruptura para poder conseguir cumprir – minimamente – uma agenda de governo. 

Exemplo disso, os governos de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul que já não estão pagando suas dívidas com a União, e que já declararam que vão pedir recuperação para bloquear os pagamentos em 2019.

A estimativa de aderência de outros estados a este movimento considera que até 2022 R$ 154 bilhões de reais deixem de entrar nos cofres da União.

Este movimento ilustra o quanto a vida do novo governo pode ser difícil e diferente do que é desejado como agenda de medidas a serem executadas.

Para encerrar… Novamente, entendemos que haverá crescimento sim, pela perspectiva positiva do mercado em relação as mudanças. Por isso e pelo momento do segmento de saúde no Brasil (capítulo seguinte), é sim o momento mais oportuno para investir em novas frentes (mercados e produtos) para crescer e maximizar o resultado desta onda de crescimento do Brasil (economicamente falando) ou bloquear riscos das mudanças do segmento da saúde.

Entendemos que é sim o momento de tirar planos do papel, a chance de sucesso dos mesmo tende a ser maior em 2019 e 2020 com um cenário macro-econômico favorável. Mas para ajustar a velocidade das ações, é preciso manter uma observação próxima dos acontecimentos macroeconômicos que virão no primeiro semestre de 2019, pois os mesmos podem impor o abandono de investimentos e correções relevantes de rumo, principalmente pela freada na propensão de consumo na família brasileira e manutenção dos altos índices de desemprego (fatores que impactam diretamente a Ecco Salva em seu modelo de negócio).

O foco do novo governo, pelas declarações da própria equipe econômica é o de olhar pra dentro, e a todo custo buscar o ajuste fiscal, mostrando para o ambiente externo que está fazendo o dever de casa para se mostrar bem na foto para investidores internacionais, mas ante a venda e a compra, existirá o desafio de cumprir minimamente as promessas, coisa que governos anteriores já tentaram e não conseguiram.

Assim sendo, entendemos que o momento de investir, mas com cautela! Não baseando decisões em manchetes de jornal, e sim em indicadores internos e externos que permitam fugir do senso comum, das ponderações econômicas.

Sobre o Autor: Bruno M. Ferreira é especialista em Gestão de Negócios e em Marketing Estratégico, é professor universitário, consultor de gestão e sócio fundador da Brava Consulting… gosta de falar sobre economia e entende que o mercado é forte influenciador do futuro dos negócios, mas tem consciência que mais importante do que se deixar levar pelas tendências de mercado, é fundamental compreender o cenário externo e adaptar suas estratégias para tirar o melhor proveito dele, sempre! 

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