O Sucesso e o Fracasso é uma questão de Escolha

Independente do segmento de atuação, do tamanho da estrutura, da relevância da marca, ou mesmo do volume de negócios que a empresa tenha, uma vez que o mercado é algo em constante transformação, por algum motivo, todas as empresas passarão por momentos decisivos em que medidas precisam ser tomadas para que o futuro seja promissor.
Diversos estudos sobre gestão estratégica, apontam para duas únicas situações, que levam as empresas ao fracasso. São eles:
1- A empresa é abandonada por seu mercado – Concorrentes surgem, produtos substitutos são desenvolvidos, hábitos de consumo mudam e a empresa não se adequa ao ambiente externo na velocidade necessária para se manter competitiva. Este é o motivo mais comum, e como disse Sun Tzu em A Arte da Guerra, “É tolo aquele que erra o alvo e culpa o arco, ao invés de corrigir a mira.” Se seu mercado mudou, e você não conseguiu se adaptar, a culpa também é sua. Faz parte do trabalho de qualquer gestor acompanhar tendências e direcionar sua estrutura para o mercado potencial. Afinal, o mercado sempre existirá, esteja você nele, ou não.
2- A empresa abandona o mercado – Com o tempo, é comum gestores, gerentes e executivos ficarem mais ocupados com as rotinas do dia a dia, e ficarem viciados no gerenciamento da sua rotina, e com isso iniciarem o perigoso hábito de olhar somente pra dentro da empresa. Com o tempo, a mesma deixa de produzir produtos adequados às reais necessidades de seus clientes, ou são ultrapassadas por seus concorrentes.
Mas é possível evitar isso…

 

As 5 vantagens – e problemas que são resolvidos – quando se tem um suporte de gestão eficaz.

infographic3

Em outras palavras, os problemas mais comuns que impedem que uma empresa alcance o sucesso pleno em seu segmento de mercado são:
A rotina comprometida de executivos e gestores com as demandas do dia-a-dia, que não permite que eles tenham uma agenda eficaz de planejamento e análise do ambiente. Com isso, não conseguem ter uma leitura clara das ameaças e oportunidades. nem dos pontos mais relevantes sobre os quais precisam agir para gerar o crescimento dos negócios.
Com o tempo, ficam presos em suas zonas de conforto ou atuações cotidianas, torcendo para que o mercado nunca mude para que o sucesso da empresa aconteça de forma quase milagrosa para simplesmente continuarem fazendo o que já fazem. Com o tempo, acabam adquirindo resistência a mudança e deixam de se preocupar com o futuro, depositando na liderança maior (o dono da empresa, ou o principal executivo) a responsabilidade única de pensar no futuro, e agir de forma a construir o caminho para o sucesso.
Este é o maior problema das empresas… e o mais comum, pois é natural que a avalanche de demandas do dia-a-dia sufoque a capacidade de planejar e agir estrategicamente. Mas toda empresa precisa ter pessoas com capacidade de olhar para frente… olhar de fora… e principalmente, que não esteja envolvida com demandas menores que não geram o resultado real que a empresa precisa.

 

A perda de direção, pois mesmo que consigam planejar, a maioria das empresas não consegue tirar as estratégias e projetos do papel, pois muito rapidamente perdem o rumo traçado no direcionamento estratégico, voltando a atuar de forma reativa ao mercado, resolvendo somente os problemas que surgem.
Isso acontece não porque as estratégias estão erradas ou porque os executivos não são capazes, mas porque entendem que o planejamento é um descritivo imutável do que precisa ser feito, quando na verdade o planejamento deve ser dinâmico e intrínseco ao modelo de gestão e rotina de trabalho. Planejar é uma atividade constante… pois as estratégias precisam estar alinhadas na prática do dia-a-dia, e não apenas no espaço de tempo em que toda empresa parou para construi-lo.
Mas como fazer isso (atuar no que foi planejado) e ainda administrar a rotina?
Este é o desafio… quando se busca implementar o planejamento, acumula-se o trabalho de solucionar as demandas da rotina, com as atividades planejadas, que precisam ser revistas, revisadas, redesenhadas, comunicadas, implementadas e mensuradas… e sua empresa só conseguirá isso se tiver pessoas dedicadas a tirar o planejamento do papel, cobrando, auxiliando na execução, analisando os resultados e comunicando muito bem tudo o que importa para que as estratégias alcancem o resultado esperado.
É preciso ter o(s) responsável(eis) pelo planejamento… do contrário, você terá somente o hoje, e nunca o amanhã!

 

O abandono do mercado, já que muitas empresas com o tempo passam a olhar somente pra dentro de sua estrutura e processos, focando os esforços da gestão somente na redução de custos, no ajuste da estrutura, na gestão financeira como forma única de administrar a empresa, é natural que elas percam diferencial competitivo por não conseguirem mais ajustar produtos, preços e posicionamento ao que o mercado demanda. O resultado disso é óbvio… são ultrapassadas por seus concorrentes ou substitutos, e começam a experimentar cada vez mais dificuldade em sobreviver fazendo somente o que estão acostumadas.
É preciso estar constantemente analisando o mercado, concorrentes, complementares, clientes e substitutos… olhar pra fora e ver como podemos aproveitar as oportunidades e reduzir as ameaças. O mercado sempre irá existir, as empresas que não estiverem em sintonia com ele é que não.
O curioso é que muitas empresas ainda não realizam pesquisa, não se preocupam quando suas vendas diminuem, quando seu público muda simplesmente porque acreditam que fazendo a mesma coisa eternamente terão sempre os mesmos resultados. Olham somente para si, acreditando que são auto suficientes.
A maior verdade quando se fala em gestão estratégica, é que um dia tudo muda… e é bom estar preparado!

 

A tomada de decisão baseada em “achismos”, pois muitas empresas tomam o bom senso como principal forma de embasamento para tomada de decisão.
Não é incomum gestores e executivos acreditarem que possuem todo o conhecimento necessário para tomar qualquer decisão. Isso é um problema, pois a falta de análise sobre dados, sobre consequências, e sem bases de informações confiáveis gera um volume imenso de erros que geram custos visíveis e invisíveis, além da perda de tempo e desmotivação da equipe.
Isso é o comum, mas não é o correto. O correto é você analisar friamente e tomar a decisão mais acertada. Para muitos, a preocupação é o tempo que isso leva, mas esquecem que um erro consome muito mais tempo pois tudo precisará ser refeito.
Mas qual metodologia utilizar para analisar da melhor maneira cada questão? Quanto tempo aguardar para agir? Quais são as variáveis que preciso analisar? Como desenvolver na equipe o senso de responsabilidade de trabalhar com indicadores, dados e informações para tomada de decisão?
Este é o maior desafio no processo de profissionalização de uma empresa, e isso só pode ser feito com profissionais acostumados a atuar desta forma, e com uma metodologia que permita o aprendizado e melhoria constante dos executivos.

 

A inversão do entendimento de custo e investimento, comum em empresas viciadas em olhar para dentro, e por isso mesmo incapazes de ver o que pode ser alcançado quando recursos são empregados para gerar resultados ainda maiores.
Mesmo para estas, buscar o auxílio externo é algo relevante, pois muitas vezes um executivo a mais seria muito mais dispendioso (e com menor impacto na geração de resultados pela mudança)  principalmente no médio prazo, quando este já estiver corrompido com a cultura e modelo de gestão atual, do que uma empresa com técnicos especializados que tendem a trazer oxigênio novo para a gestão e para cultura organizacional, que não vão se contaminar com os aspectos negativos da cultura organizacional porque agem de forma pontual e precisa na resolução dos problemas e na mudança do comportamento, e menos nas interações e relacionamentos do dia-a-dia.
A principal questão aqui está também no fato de que empresas com dificuldade em alcançar resultados significativos, tendem a buscar soluções milagrosas e de curto prazo, principalmente porque estão viciadas na gestão de suas operações internas e porque consomem seus recursos nas atividades rotineiras. Isso gera a miopia de olhar tudo sobre a ótica do custo, e não do investimento, preocupando-se muito mais com as despesas do que com o incremento das receitas e ganhos de mercado por conta de ações mais assertivas.
Para estas, a visão de fora é ainda mais relevante.

A solução

Business man with checkboxes

Para todos os problemas acima, a melhor solução ainda é a busca de informações e suporte externo. Principalmente para médias empresas, que na grande maioria das vezes evoluíram de negócios familiares ou de negócios com baixo grau de especialização em metodologias de gestão, onde o principal executivo é na verdade o principal técnico da empresa, e por isso mesmo ficam mais reféns do comportamento de seus executivos do que dos processos gerenciais.

Profissionais não diretamente envolvidos nos problemas de relacionamento, com experiências amplas e conhecimento técnico apurado, tendem a focar no mais importante, que é a mudança de comportamento das pessoas com base no aprimoramento técnico dos modelos de gestão.

Por não estarem envolvidos com a cultura organizacional e relacionamentos e por interagirem somente no que é realmente necessário para construção do resultado, são mais assertivos e diretos, reduzindo tempo e maximizando resultados.

A aliança de uma metodologia que consiga unir o que existe de melhor nas técnicas de gestão, com a capacidade de especialistas de transformar o planejado em ações e resultados reais, pode ser decisivo na sustentabilidade de negócios no médio prazo em ambientes cada vez mais competitivos.

 

Concorda? E sua empresa, possui alguma das características (ou problemas) descritos acima?

Conte-nos como vocês superam cada um deles?

Mande seu comentário pra gente!

[contact-form-7 404 "Not Found"]